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domingo, 12 de dezembro de 2010

Será que eu vou virar bolor?

Eu lembro do dia em que comprei e ouvi este albúm do Arnaldo Batista.
Eu já era fã dos Mutantes, tinha uma série de fitas K-7, com seleções de músicas de vários longplays. Os meus preferidos, na época, eram "A Divina Comédia ... ou Ando Meio Desligado" e "Jardim Elétrico".
Quando a agulha passou pelos sulcos do vinil, revelando instrumentos crus e letras de uma tristeza, de um desespero interior que eu intuía, mas ainda não tinha parâmetros para aquilatar.
Hoje, décadas e décadas depois, posso dizer que esse disco mudou radicalmente a minha percepção das pessoas, de como sentir, de como encarar a vida e os outros.

Pátio Havana

O restaurante tem cara de chique, jeito de chique e é chique!!!
Cinco ambientes, fora as mesinhas da calçada; uma carta de vinhos muito legal e um atendimento maravilhoso, tudo isso de frente para o mar de Búzios!
Chegamos cedo, sentamos no ambiente com ar condicionado, numa mesa de frente para o mar e ficamos observando as manobras do transatlântico Zenith deixando uma esteira de luz no mar de Búzios ao se deslocar rumo a outras paragens...
Fomos atendidos pelo Roberto e, imediatamente, pedimos o couvert da casa. Impressionante: os pães e as pastas tinham a mesma qualidade da Estância Don Juan, o que nos levou a crer (depois confirmamos) que o proprietário era o mesmo!!!!

Já tinha dado umas garfadas, quando lembrei que tinha que fotografar o prato....
Açucar Mascavo e Calda de Canela reforçando o sabor das Maçãs
Provamos um tinto australiano muito interessante (Heartland), para conhecer, enquanto aguardávamos o jantar (mais argentino impossível): miolo de alcatra acompanhado de batatas cozidas, com molho de ervas.
Finalizamos dividindo uma fatia de strudel, acompanhada de sorvete.
As fotos foram feitas com celular sem flash, em ambiente apenas com luz difusa.

Encantando o cliente - Sorveteria Finlandês (rua paralela à rua das Pedras)

Voltamos para a rua das Pedras para tomar sorvete. A Marcia procurava uma sorveteria para saborear uma sonhada e desejada "banana split". Sim, uma simples e tradicional banana split, que não encontramos em nenhum lugar.
Procura daqui, roda dali e chegamos à filial da tradicionalíssima sorveteria filandesa, que tem sede em Penedo (aquela ao lado da casa do Papai Noel) e que, em Búzios, fica na paralela à rua das Pedras.
Provamos vários sabores de sorvetes (um mais delicioso que o outro), mas a Marcia insistia em comer a "sonhada" banana split.
Aí começa a parte interessante da história, do encantamento do cliente: a banana split não consta no cardápio daquela sorveteria. Mas, a proprietária e a atendente, solícitas - mesmo com a loja cheia - procuraram atender ao desejo da Marcia. Conseguiram uma banana, que foi fatiada, adicionaram três bolas de sorvete, chantilly, castanhas e cerejas em calda e - voilá - estava pronta a desejada banana split.
Isso tudo, sem cobrar um centavo adicional, com sorrisos enormes nos rostos, satisfeitas de atender um desejo do cliente.
Finlandês: Nota mil para o sorvete e nota um milhão, para o atendimento!

Geribá e Ferradurinha

A pousada Águas Claras tem uma programação de visitas às praias. No sábado, era a vez de Geribá. E lá fomos nós, de kombi, visitar a mais famosa praia buziana.
Sinceramente, fiquei um tanto decepcionado. Para quem conhece Ubatuba, me lembrou um pouco o Tenório mas...
Escolhemos, como base, o Quiosque da Praia, onde tomamos duas cervejas ( R$ 4,50 a latinha). No final, a conta apresentada passou de R$ 27,00 (referente ao consumo de três cervejas e couvert artístico).
Vi que só podia ser um equívoco do quiosque e expliquei que só havia consumido duas cervejas e que nenhum show musical tinha acontecido nos poucos minutos que passamos lá.
A conta voltou para o caixa e, dez minutos depois, o atendente voltou para explicar que "o couvert artístico tinha sido incluído porque pensaram que íamos ficar para o show". Expliquei que não, que queria pagar pelas duas cervejas que consumi e ir visitar outra praia.
Esperei mais uns dez minutos e me apresentaram a nota certa ( R$ 9,90). Paguei com R$ 50 e fiquei esperando troco. Esperei outros dez minutos e dois atendentes vieram me perguntar se eu havia consumido só duas cervejas. Confirmei: sim, só duas cervejas e eles foram embora sem nada dizer.
Meia hora depois, tive que ir até o caixa para pegar o meu troco. Adentrei o restaurante e lá estava o atendente, quase que implorando para o caixa que desse o meu troco. Acho que com a minha presença, ele se tocou e entregou o dinheiro.
Resultado: mais de quarenta minutos perdidos em uma confusão desnecessária, para pagar duas cervejas!
 Praia de Geribá
 Praia da Ferradurinha
Costeira da Praia da Ferradurinha

Depois da perda de tempo em Geribá, fomos até a Ferradurinha. Uma entradinha entre as pedras e o muro de uma das casas, nos levou direto a uma das praias mais bonitas em que já estive.
Mar calmo, gente tranquila, um verdadeiro paraíso. Apesar da praia estar lotada, dava vontade de ficar, aproveitar.
Antes de irmos embora, resolvemos subir na costeira que separa as praias de Geribá e da Ferradurinha. Foi impressionante ver a força das águas revoltas naquele local, em contraste com a placidez que reina do outro lado das pedras...
Da costeira dá prá ver o lado B da praia da Ferradurinha

Restaurantes Argentinos - Estância Don Juan

Anoiteceu e lá fomos nós para a rua das Pedras.
Andamos um pouco para observar a fauna no local (argentinos, alemães, chilenos, italianos e brasileiros, como nós, deslumbrados com todo aquele alto astral e movimento) e resolvemos sentar na varanda do Estância Don Juan.
Como estávamos sem almoçar, pedimos um couvert para preparar o estomago para as bebidinhas. Que surpresa agradável!!! O serviço do Don Juan é de um restaurante argentino. Pães deliciosos, pastas ainda mais! Tanto que repetimos a cesta de pães!
 No cardápio, recuerdos del Caminito
 Na varanda, visão privilegiada da noite buziana
Tomamos algumas caipirinhas feitas com Absolut (muito caprichadas, como tudo na casa), comemos um entrecote com batata rostie e, para terminar, fechando com chave de ouro, profiteroles de verdade (vide foto acima), com massa fresca, muito creme de leite, chocolate e sorvete de creme!

Buzios - Quase de Graça

Fomos passear pela Orla Bardot, apreciando a bela baía, repleta de barquinhos de pescadores. Passamos pela praia dos Ossos, subimos uma pequena ladeira e já vislumbramos duas belas praias, Azeda e Azedinha.
Para chegar até lá, tem que ter um pouco de disposição: uma descida íngreme, na costeira, parece ser o único caminho.
Encaramos o desafio, fizemos umas fotos, demos um mergulho e voltamos para o centro pelo mar, de taxi!
Pois é, para chegar nas praias próximas ao centro (leia-se rua das Pedras), a melhor pedida é ir de taxi (uma voadeira, de quatro lugares), com preços variando de R$ 6,00 a R$ 10,00 por pessoa, de acordo com a praia desejada.
 Vista do Mar - Orla Bardot
Praia dos Ossos
 Praia Azeda - Apesar do acesso ser complicado, a praia estava lotada!
 Na Azedinha, é possível tomar um banho nas piscinas naturais, que se formam nas pedras
Voltando de taxi para o centro (Orla Bardot)

Armação de Búzios

Fomos até Búzios para comemorar os dez anos de emancipação do balneário mais argentino em terras brasileiras.
Sonho de consumo de 10 entre 10 hermanos (e hermanas), tudo em Búzios - principalmente na rua das Pedras - tem um que Bonairense.
Restaurante e casas noturnas para todos os gostos e bolsos, praias belíssimas e muita gente interessante. Um programa para repetir várias vezes no ano.
Pousada:
Ficamos hospedados na Pousada Águas Claras, pertinho da rua das Pedras, na estrada da Usina.
O quarto que ficamos, o n.º 35, muito legal! Claro, arejado, com uma varanda enorme, com a copa das árvores providenciando uma confortável privacidade.
Destaque para a piscina e para o atendimento, impecáveis!



Siri Mole Praia Copacabana - Um quiosque família!

O quiosque Siri Mole Praia, defronte à rua Bolivar merece a visita. Ambiente legal, ótimo para levar as crianças (tem um espaço com casinha, escorrega e brinquedos).
Lugar para um bom bate-papo, regado com água de coco ou uma ótima caipirinha. A especialidade é comida baiana, mas recomendo o caldinho de feijão da casa, bem saboroso.

O quiosque promete uma grande festa, dentro da festa de Revellion. Eu já comprei ingresso (R$ 500)!

sábado, 27 de novembro de 2010

VALSA BRASILEIRA - CHICO BUARQUE E EDU LOBO (COM LETRA)

CANÇÃO DA AMERICA - 1980


Não dá prá deixar de lembrar do meu querido irmão, MaurícioMungioli, e do Thomaz de Carli.

LAPAMAKI - A MELHOR SURPRESA DO MÊS

Dia 25 de novembro é Dia de Ação de Graças e aniversário da Marcinha. Para comemorar a data, apesar do clima tenso no Rio de Janeiro, fomos ao Lapamaki, na Bolivar.


Fomos para conhecer e que surpresa agradável, adoramos o lugar!!!

Um rodízio japonês maravilhoso, onde todos os itens são incríveis, principalmente os carpaccios de salmão e de atum. Os itens quentes são ótimos (o yakisoba e os rolls) e os sashimis de repetir até perder a conta.

Para finalizar, harumakis doces, acompanhados de sorvete, imperdíveis. O preço do rodízio, R$ 52,00, vale cada centavo!!!

ORIENTAL - O ÁRABE DO LARGO DO MACHADO

Há mais de 35 anos, eu conheço o restaurante Oriental. Localizado na galeria Condor, no Largo do Machado, o Oriental faz parte da minha história.


Me lembro, na década de 1970, quando consegui o meu primeiro emprego na loja Sonory Discos, meus lanchinhos eram feitos lá. Por incrível que pareça, as esfihas tem o mesmo sabor, textura e tamanho que tinham naqueles tempos.

Um raro caso de qualidade mantida ao longo dos anos. Os donos continuam á frente do negócio, que parece familiar. Sempre as mesmas caras do lado de lá do balcão, garantindo que as esfihas, quibes e outros quitutes tenham as mesmas características.

Se o restaurante é simples, tem cara de bar sujinho - pode crer - é o charme do lugar. A Marcinha não gosta muito de frequentar, mas adora quando eu chego com as esfihas.




Os preços também convidam: cada esfiha (ou quibe) sai por R$ 2,50. Ah! No balcão, voce pede uma esfiha e chegam sempre duas. Não conheço quem fique apenas na primeira...

Arataca - Vale a pena!!!!



Fomos comer tacacá (caldo de tucupi, com folhas de jambu e camarões secos), no Arataca, que fica na Domingos Ferreira, proximo da Figueiredo.
Realmente, o nível da casa voltou a ser o de antigamente. Todos os ingredientes fresquinhos, tudo muito gostoso.
Prá fechar, um delicioso açaí, com muita tapioca.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Descongelando

Estou retornando, após um longo e tenebroso inverno. Já chegou a primavera, é hora de sair para a rua e rever o MondoCopacaba!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Tristan Tzara - Manifesto Dada

“Dada não fala, Dada não tem ideias fixas, Dada não apanha-moscas (…)
Dada faz mais vítimas num ano que a mais sangrenta das batalhas.
Dada existiu sempre. A Santa Virgem já era dadaísta.”
Dada nunca tem razão.”
Os verdadeiros Dada são contra Dada.”

Manifesto Futurista

MANIFESTO FUTURISTA (Publicado em 20 de Fevereiro de 1909, no “Le Figaro”)


1. Nós queremos cantar o amor ao perigo, o hábito da energia e da temeridade.


2. A coragem, a audácia, a rebelião serão elementos essenciais de nossa poesia.


3. A literatura exaltou até hoje a imobilidade pensativa, o êxtase, o sono. Nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insónia febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofetão e o soco.


4. Nós afirmamos que a magnificência do mundo se enriqueceu de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um automóvel de corrida com o seu cofre enfeitado com tubos grossos, semelhantes a serpentes de hálito explosivo… um automóvel rugidor, que parece correr sobre a metralha, é mais bonito que a Vitória de Samotrácia.


5. Nós queremos glorificar o homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada também numa corrida sobre o circuito da sua órbita.


6. É preciso que o poeta prodigalize com ardor, esforço e liberdade, para aumentar o entusiástico fervor dos elementos primordiais.


7. Não há mais beleza, a não ser na luta. Nenhuma obra que não tenha um carácter agressivo pode ser uma obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças desconhecidas, para obrigá-las a prostrar-se diante do homem.


8. Nós estamos no promontório extremo dos séculos!… Por que haveríamos de olhar para trás, se queremos arrombar as misteriosas portas do Impossível? O Tempo e o Espaço morreram ontem. Já estamos vivendo no absoluto, pois já criamos a eterna velocidade omnipotente.


9. Queremos glorificar a guerra – única higiene do mundo –, o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos libertários, as belas ideias pelas quais se morre e o desprezo pela mulher.


10. Queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academias de toda a natureza, e combater o moralismo, o feminismo e toda a vileza oportunista e utilitária.


11. Cantaremos as grandes multidões agitadas pelo trabalho, pelo prazer ou pela sublevação; cantaremos as marés multicores e polifónicas das revoluções nas capitais modernas; cantaremos o vibrante fervor nocturno dos arsenais e dos estaleiros incendiados por violentas lutas eléctricas; as estações esganadas, devoradoras de serpentes que fumam; as fábricas penduradas nas nuvens pelos fios contorcidos de suas fumaças; as pontes, semelhantes a ginastas gigantes que cavalgam os rios, faiscantes ao sol com um luzir de facas; os piróscafos aventurosos que farejam o horizonte, as locomotivas de largo peito, que pateiam sobre os trilhos, como enormes cavalos de aço enleados de carros; e o voo rasante dos aviões, cuja hélice freme ao vento, como uma bandeira, e parece aplaudir como uma multidão entusiasta.

sábado, 24 de abril de 2010

Ipanema no dia do Dilúvio


Uma manhã de abril, a cidade do Rio de Janeiro parou. Apenas os caminhos mais próximos se tornavam viáveis. Fomos de Copacabana até Ipanema, sem passar pela Lagoa, sem trânsito e sem sentir atravessar nenhum alagamento.
No mar de Ipanema, uma pequena ressaca. Nas ruas tranversais do bairro, um jeito de manhã de domingo, em plena terça-feira.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Multicultural


No pórtico do forte, no desembarque em Morro de São Paulo, um formigueiro multicultural.

Olodum pelas ruas do Pelourinho


Impossível não lembrar da música do Caetano e do Gil, "Haiti":

"E não importa se os olhos do mundo inteiro, possam estar por um momento voltados para o largo, onde escravos eram castigados.

E hoje um batuque, um batuque com a pureza de meninos uniformizados de escola secundária, em dia de parada, e a grandeza épica de um povo em formação, nos atrai, nos deslumbra e estimula"...

Restaurante Odoyá











Para vc ter uma idéia do bom atendimento Odoyá, posto fotos que estavam no celular, do bobó de camarão e da rua onde está localizado o restaurante.

Eu também vou reclamar!!!



Quem vive no Rio de Janeiro e tem que trabalhar no centro da cidade, passa o maior sufoco (literalmente) todos os dias ao utilizar o Metrô.
O metrô carioca hoje é sinônimo de calor, atraso, aperto e mau atendimento.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O Quereres

Chico e Caetano, em 1986.

Lembrei do Chico cantando "Hino de Duran", com a Cor do Som: "com seus olhos de dobermannnnnn"

Cair da tarde - Praia do Porto da Barra



Grande hotel da Barra, apartamento 301. Da sacada, o visual da tarde caindo sobre o mar de Salvador.
Fotos by Marcia Azevedo (04/02/10)

Morro de São Paulo











Se vc quer conhecer um lugar capaz de despertar as suas fantasias de um "paraíso perdido", vá até Morro de São Paulo.
Não precisa muito dinheiro, nem muita frescura. É só chegar na estação de embarque dos catamarãs, no cais em frente ao Mercado Modelo, comprar sua passagem e embarcar.
Como eu não conhecia o esquema, paguei mais caro, contratando uma agência (transfer, travessia e guia por R$ 170,00).
A travessia, de duas horas em um catamarã, é cansativa. O mar é "mexido" e se vc não tem uma boa resistência estomacal para altos e baixos, sugiro tomar um "dramin".
Logo que a embarcação deixa Salvador, o mar começa a "engrossar" e são, pelo menos, uma hora, uma hora e dez de muito balanço (ao som de "Cheiro de Amor, "Ivete sangalo" e de "Claudia Leite").
Ao chegar em Morro de São Paulo, o esquema é o mesmo da Ilha Grande: procurar uma pousada. Se vc está com um pouco mais de grana, sugiro o Solar do Morro ou a Pousada Passárgada, ambas na faixa de R$ 200,00/dia (preço para março 2010).
Se vc está pensando apenas em deixar a sua bagagem e passar o dia inteiro na praia e aproveitar a noite, sugiro as pousadas Pérola ou Safira do Morro, ambas na rua da Biquinha (mais ou menos R$ 100,00/dia - preço março 2010).
Depois de deixar as malas, a primeira providência é sair para passear. Se a maré estiver baixa, vá direto pela areia. Na primeira praia, vc vai ficar enlouquecido pela tirolesa (R$ 25,00), uma das maiores que já vi. vc pula do alto do morro do farol e vai terminar dentro das águas do mar (mais de 300 metros!!!)
Na segunda praia, o agito é multicultural: argentinos, europeus e israelenses dividem espaço, entre frescobol, futebol e o freesbee.
No cantão da segunda praia, algumas formações rochosas muito interessantes, que vale o passeio e a foto.
Siga para a terceira praia, onde um banco de areia, numa distancia de 100 metros, chama atenção e desperta o desejo de alugar um caiaque para visitar o lugar. Atenção, se vc for fazer o passeio, tome cuidado com o mar cheio de pedras!!!
Chegando na quarta praia, com a maré baixa, vc vai encontrar - de cara - uma piscina natural. O pessoal local aluga as viseiras para vc poder ficar observando os cardumes passeando ao seu redor.
Comer e beber nas praias é uma questão de sorte. Já nos restaurantes é bem mais tranquilo. Comemos lagosta grelhada, com acompanhamentos, bebemos duas cervejas e um refrigerante, além de uma entradinha ("pesto nordestino"), no restaurante "Casa da Praça" e pagamos menos de R$ 90,00 (em 07 de fevereiro)!
Dica: se vc está tranquilo financeiramente e pode gastar um pouco mais, vá de avião para morro de São Paulo. O voo sai do aeroporto Luis Eduardo Magalhães e custa R$ 225 reais o trecho.

Salvador - Dica de Restaurante - Odoyá

Estivemos em Salvador, na semana passada. Fomos - primeiro - visitar o restaurante "Sorriso da Dadá", nossa opção - em 2009 - para degustar os sabores da culinária baiana.
Pedimos os acarajés "chiques" de entrada e cervejas. A comida continua ótima, mas o atendimento...
Pedimos a conta e fomos até o restaurante Odoyá, que fica na praça defronte à Igreja de São Francisco. Foi uma grata surpresa. O atendimento foi ótimo e a comida excelente!. Comemos um "Bobó de camarão" maravilhoso e, de sobremesa, provamos um doce chamado "Adis Abeba".
Segundo o que o atendente - muito solícito e simpático - nos explicou, a sobremesa - um denso creme de chocolate e licor seria uma herança etíope, uma das mesclas africanas que permeiam a cultura baiana.
P.S.: Logo que vc chegar ao Pelourinho, certamente vc vai receber uma cortesia do restaurante, oferecendo "free caipirinha". Como eu não cobrei, não me serviram. Cobre!

Corcovado




Um dos maiores símbolos do Rio de Janeiro, o Corcovado, encimado pela estátua do Cristo Redentor, sempre vale uma visita.
O trenzinho, que custa R$ 36,00 (ou R$ 25,00, se vc tem mais de 60 anos), repleto de estrangeiros e turistas, faz o carioca (ou quem vive por aqui) sentir-se cheio de orgulho.
Logo ao saír da estação, no Cosme Velho, já se pode observar toda a beleza da mata atlântica preservada. Em alguns pontos, já se antecipa a paisagem, com belos visuais da lagoa.
A passagem pela estação das Paineiras vai dar uma certa nostalgia aos cariocas de outros tempos, pelas ruínas da construção e a lembrança do quanto era bonito e elegante aquele local.
Chegando à estação Corcovado, as melhores surpresas: um elevador nos leva a uma plataforma, de onde se segue por um sistema de escadas rolantes até os pés da estátua do Cristo Redentor.
Visual incrível, viagem fantástica. Lá em cima, porém, tudo é muito caro (da água mineral às lembrançinhas).
(fotos minhas e da Marcinha)

Mil desculpas!!!!

Queridos amigos e seguidores do Blog;
Fiquei ausente durante meses, sem atualizar e - pior ainda - sem responder aos e-mails dos leitores, que me pediram informações sobre as maravilhas de Alagoas (Maceió e Gunga) e de Belém do Pará.
Peço desculpas a todos e recomeço o trabalho de atualizar, pelo menos semanalmente, o Mondo Copacabana.