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domingo, 12 de dezembro de 2010

Será que eu vou virar bolor?

Eu lembro do dia em que comprei e ouvi este albúm do Arnaldo Batista.
Eu já era fã dos Mutantes, tinha uma série de fitas K-7, com seleções de músicas de vários longplays. Os meus preferidos, na época, eram "A Divina Comédia ... ou Ando Meio Desligado" e "Jardim Elétrico".
Quando a agulha passou pelos sulcos do vinil, revelando instrumentos crus e letras de uma tristeza, de um desespero interior que eu intuía, mas ainda não tinha parâmetros para aquilatar.
Hoje, décadas e décadas depois, posso dizer que esse disco mudou radicalmente a minha percepção das pessoas, de como sentir, de como encarar a vida e os outros.

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